Um dilema e três possíveis soluções

Não há mais soluções. Depois de longos meses tentando afastar o meu amor das minhas saídas, não consigo mais me manter forte o suficiente para impedir que ele escape de minha prisão. Me vejo num dilema: não sei se deixo o amor preso dentro de mim e testo os meus próprios limites de sanidade ou se o liberto e sofro as consequências externas.
Apesar da força ser a condição mais difícil de se aceitar, não me importo em testar o máximo da minha capacidade para suportar a carga de amor nas minhas costas. Lutarei para que ele fique contraído dentro das barreiras que criei e para que nem mesmo uma centelha dessa chama forte e inabalável ultrapasse os muros da razão que me cercam.
Com todo esse amor em meus domínios, terei força suficiente para adestrá-lo e para impedir desastres externos. Se meu espírito de liderança não for suficiente, terei que aguentar a rebeldia e os estragos que o amor fará aos que estão próximos a mim.
E o problema irá tornar-se maior se sua presença estiver aqui; ficarei dispersa e o meu auto-controle não aguentará controlar sentimento algum. O resultado será alguém sorrindo a cada passo e com amor transbordando das mãos. E então meu problema de auto-controle não será mais um problema: voltarei a ser somente uma mulher apaixonada.

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